Sombras
de moinhos
As
Sombras
Há sólidos fantasmas
Esses
fantasmas
São
sólidos... os fantasmas
Gritos
perdidos não esquecem
Dores
caladas, não morrem
Fantoches
barulhentos, não caem

E
aí, há na fonte uma lição
Há
na rua, maldição
E
nas vozes dos profetas,
Nos
juízos dos poetas
Perigos,
ilusão
Batem sábios os cajados,
Sôfregos, de inquietação
Amaldiçoam logros, intelectuais
Então…
afirmam os providenciais
Nos
discursos dos messias
Estaremos
nós no fim dos dias
Que não saem nos jornais
E aí,
Nas vozes dos profetas,
Há na rua, maldição
E nos juízos dos poetas
Na fonte, uma lição
Perigos...e ilusão.
13/05/2020
Diniz
Oliveira Campos
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