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terça-feira, 25 de março de 2025

Descrédito

 O descrédito desta nação só é comparável ao descrédito surreal das administrações de países alheios.


Realmente, tenho que dar razão a um amigo meu:

"Com a progressiva queda de taxas de analfabetismo no mundo, temos cada vez menos analfabetos e cada vez mais imbecis!"

H.V.P.
24/03/2025

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Veias coalhadas e conspurcadas: Nunca Mais!

Cento e onze (111) anos desde que passou a ser mal visto e desaconselhado o casamento e procriação entre primos direitos.  Ninguém diria, após uma breve observação daqueles que são hoje entendidos como a nossa elite política, económica e cultural. 


Fracos de espírito, podres de alma, ocos de mente. Enfrentai a verdade e esta vos dará a chave da liberdade. 


Pensem nisto.

Namastê

H.V.P.

05/10/2021


sexta-feira, 30 de abril de 2021

Falangeta Palpitona

 As palpitações espásmicas nas falangetas, não são menos dolorosas que as estantes tombadas nas jantes das existências. 

Não esqueço: "-Deus escreve respeito pela linha das portas". 

Caipiras. 

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa 

28/11/2018


segunda-feira, 26 de abril de 2021

Cubos de Rubik

 Cabeças florindo em cubos de rubik. São lembranças de futuros inertes. Atenção às portas, a canção.


Homero de Vaz Pessoa

15/10/2019

terça-feira, 20 de abril de 2021

Canto às Abelhas

 Canto às abelhas,

Paixões que não tive,

Declamo às baratas,

As frustrações vividas, 

Às moscas grito, 

Tristezas sofridas, 

Mas às melgas,

Queixo das despesas já tidas, 

Ambições essas, 

Segredo-as às formigas,

Laboriosas camaradas, 

Cegas, fortes, eficazes,

De algo bem maior que Elsas, 

São capazes,

Os desgostos esses, 

Recito-os às Cigarras, 

Enquanto as fumo

Em néons de plasma, 

Electromagnéticos, pululantes,

Espectros existenciais,

Vozes celestiais. 

Penso:

"-Mas se falo com bichos, 

Quem a sério me levará?"

Peço uma empreitada, 

De auto-conhecimento, 

Mas estou embargado, 

Sem alvará...

Pior é, que os bichos

Esses, me respondem sabiamente:

"-Vive, existe, sente alegremente,

Não precisamos da resposta às perguntas:

-"E se...?" e "Porquê?" "

Assim concluo...

Talvez se tenha abusado do LSD. 

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa

01/08/2018

quinta-feira, 4 de março de 2021

Existências Medíocres

 O desprezo pelas existências medíocres, é bálsamo sagrado, éter providencial.

Imaginai gentes feias, odiosas, maquiavélicas, porcas, ignorantes, buçais, néscios de plateia, inertes almas amorfas que só pensam em ócios imediatos, palavras ocas, significados e significandos frívolos e profanos.

Hipocondria espiritual. 

Agora olhai o espelho. Não são assim tão diferentes, pois não? 

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa 

05/07/2019

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Criancinhas no Carnaval

Escusam de publicar fotos das vossas criancinhas mascaradas, cheios de esperança. Continuam horrorosas à mesma.

Fizeram mesmo um péssimo serviço como pais.

Pensem nisto.

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa 

01/03/2019



PS: três anos depois não mudo uma vírgula. 

H.V.P.

domingo, 10 de janeiro de 2021

Cegonhas e Pipocas

 As páginas escritas com virtuosidades alheias, mais não são que incongruências da nossa alma, molestada pelo sucesso de terceiros. 

Declaro aberta a época da caça às cegonhas.

Pipocas. 

Pensem nisto. 

Namastê.


H.V.P.

17/10/2018

sábado, 2 de janeiro de 2021

Idiossincrasias

 As idiossincrasias de hoje são as promessas caídas do amanhã. 

Pensem nisto. 

Namastê.


H.V.P.

14/09/2018

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Estafermos Cantantes

 Nunca eu cantaria se um dia não ouvisse o chilrear dos cucos. 

Cantaria um dia sim, ao palpitar dos roufenhos melros -  pululantes, estafermos angustiantes, belos, errantes. 

As amálgamas da existência podem observar-se na sombra das aves. 

E nas aves está a verdade da existência. 

Essas são as verdades escondidas. 

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa

11/09/2018

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Gente de Desconfiar

 Desconfiem de toda a gente que não assume que também tira macacos do nariz. 

Glória e Chá. 

Pensem nisto. 

Namastê.



Homero de Vaz Pessoa 

06/03/2019

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Ódios

 Não me culpem por odiar as pessoas.

Responsabilizem as pessoas por tornarem possível serem odiadas.

Pensem Nisto.

Namaste



H.V.P.

05/03/2019

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Outono

 As noites prolongam-se nas manhãs que esfriam. 

Os dias estreitam-se no sol que esconde. 

Caem folhas. O sol se abeira a sul.

Promessas de gelos molhados, ventos rasgados. 

Outono chegado, promete morte, fogo purgante, 

em gelo cortante. 

Enfim... a fita-cola da vida. 

Transferidor

Pensem nisto. 

Namastê.



Homero de Vaz Pessoa

13/10/2018

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Aforismos

 Os Aforismos dos Amanhãs que cantam, 

Cantam menos que as melodiosas Pastiche das noites, 

Prosopopeias infelizes das existências

Aliteram aliterações aliterantes

Ratos, cisnes, paquidermes delirantes, 

Metáforas caídas dos anjos, 

Também os eufemismos frustrantes, 

Hipérboles esmagadoras,

Que se Gradam nos estivais invernos...

Irónico... 

Perífrases destas, facilmente são singularidades... 

Metonímias de respirações

Encarquilhadas não deixam cão, 

Sanguessuga, vilão, 

Mostrar seu coração.

É(são) sinédoque(s) senhor(es):

-PORRA! 

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa

30/07/2018


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Terraplanistas

 Só há uma maneira de resolver a questão dos Terraplanistas: terraplanando-os.


H.V.P.

08/02/2020

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Fundações

 Casas lindas, fundações podres. 

Conquistas belas, doces frustrações.

Sapatos podres, sebosos, descascados no alpendre, lembram-nos: a falta de memória é um freio na decência. 

Borboletai ociosamente, cidadãos.



H.V.P.

01/12/2019

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Coração Partido é Estúpido

Ao meu amigo, primo e colega Diniz Oliveira Campos:

 

“Esse coração aí no chão, sentado, esquecido, sujo e puído, foi um dia já”,-  e o é ainda, “vigoroso, músculo activo, forte pulsante, marcante, apaixonante, apaixonado.”

Sim, esse “coração aí sentado hoje, desprezado e amarrotado, invisível instável, pálido e chato, amargurado e perdido. “

“Não vê, não fala, não quer, não mais sente.” Mentira – não mais quer sentir.

Forte demais para resistir. Tem juízo.

Procuras agora fazer desse destroço uma pedra?

O teu lirismo adolescente já começa a ir longe demais.  

Hoje acreditas que nada mais sentes que não dor. Há muito que sentes que te falta um par. Há muito, entendamos nós, restantes mortais, que como tudo, é relativo, e se nada mais há de relativo que o tempo para cada um de nós, a mesma pessoa que é tão relaxada me relação a cumprir horários, porque sempre: “-temos tempo!...”- nunca tempo há suficiente que te permita desfrutar de qualquer um nos teus amores da vez.

Ora, não posso eu em consciência deixar de te fazer notar que, ao contrário do que “o teu coração te ordena” (palavras tuas, jamais utilizaria termos tão pirosos), não só um dia não é tempo que baste para recuperar de uma assolapada paixão, como uma semana não é, de todo, imenso tempo para que te martirizes por estares privado do regaço e prazeres da companhia feminina.

 

Acredita, como bem sabes, além de ter consideravelmente mais experiência de vida que tu, tenho também a experiência do meu casamento falhado – não só não merece a pena deixares que desgostos amorosos te consumam, como especialmente tu, que amanhã já amarás para a vida outra criatura que te permita salivar sob os seus tenros contornos, é ainda mais absurdo que te deixes levar por tão exagerados prantos e angústias.

 

Tantas lágrimas que gastas, por muito que abuses das figuras de estilo, adjectivando-as de “(…) rubras fendas, enlutadas e enegrecidas por negligências, desprezo e solidão (…)” privam-te em grande parte de poderes canalizar as tuas forças para a produção da tua arte, aquilo que, em última análise, te sustenta. Não posso deixar de te fazer notar que, de forma objectiva, é uma contradição dos valores que dizes que defendes – quereres viver exclusivamente da tua arte.

 

Essa “Carência intimidante” é inoportuna, em especial se considerar que acabas por nos incomodar a todo com as tuas marés melodramáticas. Já ninguém tem paciência para te aturar, e só mais ninguém to diz porque todos os outros estão a tentar aproveitar esta época sacro-festiva para expiar os seus pecados e comprar um lugar no céu.

 

Apesar de discordar em muito da tua abordagem, recordo que até já conseguiste reconhecimento e louvores fervorosos da crítica e de alguns admiradores. Ainda que eu defenda que isso te é permitido apenas pela baixa educação do nosso país, não deixas de ter uma responsabilidade para com o eu público e, em fundamental, continuar a trabalhar e a produzir valor, até porque te recordo que todos nós assumimos um compromisso de trabalhar e cooperar no desenvolvimento da nossa actividade. Se racionalizarmos a produção dos nossos conteúdos com a lógica empresarial contemporânea, compreenderás que não é admissível nem sustentável que esta situação se mantenha por muito tempo.

 

Insisto por isso que não alimentes da tua histeria emocional, pois crê no que te digo, é do teu da psique que vem o material para o teu trabalho, não do “coração” que, não obstante eu reconhecer todo mérito do teu lirismo, estou convencido de que tens consciência de que é apenas um músculo que nada tem a ver com essas tuas tontas e bacocas emoções.

 

 Coração partido é estúpido.

Toma juízo puto.


Ps: preciso que me emprestes o microfone para a terça-feira que vem.

 

Saudações Cordiais

Homero de Vaz Pessoa

21/12/2019

sábado, 7 de novembro de 2020

Onanismos Intelectuais

 Onanismos intelectuais não, obrigado. 

Concentrem-se na força e paz interior. 

Energias fantasmas. Trampolins magnéticos pululando o éter quântico. 

Caveiras de craveira. 

Pensem nisto. 

Namastê.


H.V.P.

11/03/2019


segunda-feira, 26 de outubro de 2020

A Humanidade e a Humidade

 Acredita-se que na modernidade, a humanidade se confronta com dois problemas típicos da civilidade, moralidade e urbanidade: um é o excesso de saúde amorfa e decadente, já a caridade por curiosidade, angústia, conformidade e inércia e incapacidade. Ah, e humidade. 

Esteiros de alecrim. 

Pensem nisto. 

Namastê.


H.V.P.

10/11/2018

sábado, 24 de outubro de 2020

Algoritmos

 Os algoritmos são trampolins magnéticos, que ofuscam na sombra os intentos por detrás da cortina.  

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa

12/09/2018