Os Aforismos dos Amanhãs que cantam,
Cantam menos que as melodiosas Pastiche das noites,
Prosopopeias infelizes das existências
Aliteram aliterações aliterantes
Ratos, cisnes, paquidermes delirantes,
Metáforas caídas dos anjos,
Também os eufemismos frustrantes,
Hipérboles esmagadoras,
Que se Gradam nos estivais invernos...
Irónico...
Perífrases destas, facilmente são singularidades...
Metonímias de respirações
Encarquilhadas não deixam cão,
Sanguessuga, vilão,
Mostrar seu coração.
É(são) sinédoque(s) senhor(es):
-PORRA!
Pensem nisto.
Namastê.
Homero de Vaz Pessoa
30/07/2018
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