As prendas da divina existência se convalescem pelas importâncias dos amanhãs passados. Seria um dia incerto, se o futuro se reflectisse nos passados de antanhos.
Posso portanto concluir que a nossa presença, mais não é que a incoerência presente de uma incógnita passada, que reflecte o patético inexistente futuro. Oopart's estranhos. Pleonasmos.
Homero de Vaz Pessoa
19/11/2018
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