Sozinho no Estio
Num quarto Vazio
Espero naufragar
Em hora por marcar
Com frio e sem
fado
Um bote reparado
Não consigo passar aquele cabo
Quero ir além mais um bocado
E há tanto por fazer
E há tanto por fazer
E há tanto por fazer
E há tanto por fazer
Não quero partir sem te encontrar
Não quero partir sem te encontrar
Quero-te sentir
Diz-me por favor
quem és tu
e Onde estás?
Com o Horizonte cinzento
E perdido o Norte
Nem marés nem vento
Disputando a morte
Não permitir que a vida me dê capote
E subindo esta muralha
Eu vou tentar a minha sorte
Caminhos incertos
Encontros secretos
E há tanto por fazer
E há tanto pra recordar
EHá tanto por olvidar
Quero-te sentir
Por favor onde estás
Onde estás?
Com olhos cerrados
Camisas fechadas
Não há alma, nem fraldas
Sem toque nem beijo
São sonhos usados
E mal lembro o desejo
Não olho a copa
Mas quero jogar
Alguém que por gosto
Se deixe ficar
E há tanto por fazer
E há tanto por fazer
Onde estás, não te vejo
Oh, em promessas eu já nem creio
As Tuas formas na sombra do passeio
De outra forma nem me sinto inteiro
Só te quero tanto ter
Saciar essa fome em viver
Onde estás
E assim cá ando armado aos cucos
Perdido e só no quarto sem saber
Quero-te conhecer
Dá-te a ver por favor
Quem és tu?
E Onde estás
E assim cá ando armado aos cucos
Perdido e só no quarto sem saber
Não sei mais onde procurar
vem-me cá buscar
Dá-te a ver por favor
Quem és tu?
E Onde estás
E há tanto por fazer
E há tanto por fazer
Onde estás, não te vejo
Oh, em promessas eu já nem creio
Sonho contigo acordado
Loucos desejos cheios de pecado
Quero-te conhecer
E saltar e viver
Onde estás
E há tanto por fazer viver
Deixa-te ver
Quem és tu
Onde Estás?
E há tanto por fazer
Diz-me quem és tu
E onde estás
Diz-me quem és tu
E onde estás
Saciar essa fome em viver
Onde estás?
D.O.C
03/12/2013
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