Nunca eu cantaria se um dia não ouvisse o chilrear dos cucos.
Cantaria um dia sim, ao palpitar dos roufenhos melros - pululantes, estafermos angustiantes, belos, errantes.
As amálgamas da existência podem observar-se na sombra das aves.
E nas aves está a verdade da existência.
Essas são as verdades escondidas.
Pensem nisto.
Namastê.
Homero de Vaz Pessoa
11/09/2018
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