Se de um pirilampo,
Doce lâmpada se enamorasse,
Cândidas faíscas pululariam,
Pelos trampolins magnéticos da existência,
Doce éter, no limbo
Cinza, terra e nada,
Deleitariam Senhor,
na sua omnisciente omnipotência,
Bosões de existência, Quarks de dúvida
Fruto do amor esse, resultaria uma,
Pirilâmpada.
Pinhões.
”Júan” João Bernardo, o Cavaleiro de Pau do
Apocalipse
23/01/2019
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