sábado, 31 de outubro de 2020

Imbecil

Dourar a pílula é inútil,

Remar contra, é fútil,

Mimar é masoquismo,

Falar é já obsceno

Solução?

Lá fui eu, pensando (incrível, hein?)

Sistematizei a conclusão:

 

Comunhão, Tosca,

Grosseiro.

Imbecilidade, Boçalidade.

Sim.

Boçalidades, grotescas,

Barulhentas.

Gargalhadas rudes,

Deselegantes

Como chuva em Abril:

Ligeireza, confronto,

Esse gelo que me cobriu,

Vergastada na batuta,

Estupidez, má vontade,

Que pariu essa…

 

Dizia eu,

Asneiras, disparates,

Deficiências, incongruências,

Más decências, mal dissentes,

Retaguardas frondosas, vistosas,

Cachaços quentes.  

Despeitos secos,

Vozes roucas,

Pétalas roxas…

Hmm… 

Alicates.

 

Agudos, fracos,

Graves,

Gravíssimos, azedos!

“Si”’s menores sem Mi.

(Adivinhem só):

As oitavas majestosas,

Não descem pedestais,

Quebra-se o verniz, o cristal,

Rude atitude, sem sal.

Mas sapiência de papel,

Mais não que o é,

Ou notas elegantes de aluguer!

(perdoem acossado engano,

Mas rimar Papel com Papel,

Parece verso na hora de extrema-unção!)

Camarinhas.

 

Maravilhas colegiais,

Sorrisos dentais,

Como os fios,

Cabrestos ácidos,

Espinhos traiçoeiros.

Educações engraçadas,

Escondem porcelanas de pardieiro.

Assim era, a princesa do seu cantoneiro!

“-Nossa, mas que grosseiro!”

 

Assim é minha gente,

Este imbecil que daqui vos fala,

Tolo, guloso, pândego, ignaro:

Palavra de escuteiro:

Para mesquinharias tenho Faro!

Tão longe do Porto,

Que na Busca, pela verdade astuta

Que cada palpitação,

Dessa cruel e supramencionada batuta,

Sofre o seu aborto,

Falhada a existência!

Redunda em frieza, crueldade, mesquinhez:

Chamas gélidas,

Cheiram montanhas verdejantes…

Actos falhados,

Penetrações defraudadas,

Gemidos lesados,

Toques gelados,

Arrepios burlados,

Sentimentos… Espoliados!

Orgasmos frustrados.

Rasgos rapinos,

Vazios, enganados.

 

São sorrisos falsos,

Argamassas sobre glíter e purpurina,

Cremes e/ou after shave,

Dentinhos vampíricos espreitando os egos

Essas finas flor-do-entulho,

Que esmagam as crendices bacocas

Simpáticas e inocentes

Na graça humana.

Ahh... Sabores do vento!

Como as máscaras de Nietzsche,

Escondem gatos de Schrödinger,

Resignam intenções

Denunciadas por pantomima.

Balizas.

 

Ancas coxas vazias.

Olhares vazios, discursos frios...

Hipotéticas diversões.

Carrossel.

 

 

A gulodice, essa,

Luxúria da carne a haver,

Fica temperada em vinha,

Não de alhos, já se vê,

Lacrada como um repolho, astuto

Mas solitário.

Esconde-se sobre as camadas da cebola.

Já se vê – Maus fígados.

Despeitados em futuros já passados

Ilusões!

Que deixa os demais num assado!

Há definitivamente,

Inércias demasiado activas,

Que magoam na sua inexistência barulhenta.

Ilusões…

É destes pratos suculentos que se fazem as dietas.

 

Ah… Lugares comuns…

Doces clichés,

Tanto me agraciam as vísceras.

Pobre Andy, caro Michael,

Amigo Elton, camarada Mick

A quanto me obrigam!

Queria tanto ser um Manet

De aura Miró,

Fizeram de mim um Rubens

Com as maneiras de um Taveira.

 

Real como todas as histórias de amor,

Mesmo as que não existem:

Terminam em morte ou separação.

Visão enternecedora do inferno.

Digestão pesada.

 

E se tu, sim, tu,

Que isto lês,

Em nada disto te revês,

Mas questionas a cognição alheia,

Natureza desta ranhosa epístola mal formada,

E até recordas:

“-Este gajo não disse que sintetizou a conclusão?”

Bem...  não, não disse!

E é chato, asqueroso,

E insuportável da tua parte,

Em nada te valoriza essa tua atitude.

Disse que sistematizei.

Por tópicos assim ficou,

Saiu isto. Assim deixei.

Caracacá. Versos, rimas de.

Borracha.

 

Dormi sobre a questão

Rentabilizei o sermão.

Mirei uma opção

Falei com alguém,

Soltei uma gargalhada

Lavei as minhas mãos

Sinto agora que posso dizer:

 

“-Não basta carregar [ENTER],

Mudar de linha,

Para fazer de,

Um amontoado de texto

E Léxicos desordenados,

Fonemas desgraçados

Parvos, Sem sentido,

Um Poema.”

 

Ahh.. abatanados!

 

Easter Eggs


”Júan” João Bernardo, o Cavaleiro de Pau do Apocalipse

14/12/2018

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

A Humanidade e a Humidade

 Acredita-se que na modernidade, a humanidade se confronta com dois problemas típicos da civilidade, moralidade e urbanidade: um é o excesso de saúde amorfa e decadente, já a caridade por curiosidade, angústia, conformidade e inércia e incapacidade. Ah, e humidade. 

Esteiros de alecrim. 

Pensem nisto. 

Namastê.


H.V.P.

10/11/2018

domingo, 25 de outubro de 2020

O Silêncio (II ensaio)

Na madrugada de silêncio 

traçando sonhos pelo chão 

observo um lugar vazio 

junto a uma esquina

e paro... 


Alguém, uma sombra

Nada a perder

Algo que não posso vencer

Jaz em mim um silêncio 

louco e frio, doentio 

encara um riso mudo


Um esgar de medo

beijo um todo, vazio e calmo

uma luz sombreada 

algo súbito 

um grito mudo 

um instrumento cortante

uma melodia errante, 

sem corpo, uma camisa adiante


Tudo o que quero,

o que penso, acredito

tudo o que tenho ou podia ter 


Algo sombrio...

Calmo...

Uma brisa... 

Um raio de sol... um arrepio

um sopro ardente 

uma pedra de gelo ardente

e para lá do tecido excedente 

vejo, por fim, quem tenho à minha frente.


A esperança eterna no silêncio

simboliza tudo aquilo em que não creio

Se não creio, nem vejo

O vale sombrio

Penso, logo vejo

No silêncio do tudo 

eu perco o nada que nunca tive

na promessa do nada

tudo conquisto 

e no renascer de um grito

que corta o falso silêncio de um destino insano

A mim as armas, a derradeira luta, do silêncio profano

Contra tudo aquilo que amo. 


D.O.C.

27/12/2011

sábado, 24 de outubro de 2020

Algoritmos

 Os algoritmos são trampolins magnéticos, que ofuscam na sombra os intentos por detrás da cortina.  

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa

12/09/2018

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Jesus

 Jesus é Preto.

Ou melhor, foi. 

Aramaico Crioulo devia ser coisa para ter piada. 


”Júan” João Bernardo, o Cavaleiro de Pau do Apocalipse

26/01/2019

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Pensamentos e Conhecimento

 Pois é, há quem diga por aí perdido que o conhecimento consentido (ou será "com sentido"?) não tem sentido. 

Enfim, modernices. 

Pensem nisto. 

Namastê.



Homero de Vaz Pessoa 

20/08/2018

sábado, 10 de outubro de 2020

Pirilâmpadas

 Se de um pirilampo,

Doce lâmpada se enamorasse,

Cândidas faíscas pululariam, 

Pelos trampolins magnéticos da existência, 

Doce éter, no limbo

Cinza, terra e nada, 

Deleitariam Senhor,

na sua omnisciente omnipotência, 

Bosões de existência, Quarks de dúvida

Fruto do amor esse, resultaria uma,

Pirilâmpada. 

Pinhões. 


”Júan” João Bernardo, o Cavaleiro de Pau do Apocalipse

23/01/2019

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Lua Nova











Das marés distantes brota,

Uma fala e chama, que chama,

Grita e canta,
Ama, encanta..

Como a Lua.

E olhar a Lua hoje,
Não é mais o mesmo.

Encanta forte encanto,
Despedaçando na força do pranto,
Gigantes monstros,
De Aço e Betão Armados,
Sim! Brutos muros, fortes, muralhas,
No rasgo do desejo, ergue escadas,
Força suprema suprime,
Sentinelas incautos,
Fracos, magoados, cansados,
De antigas batalhas desgastados,
Na violência, resistência, sugados,
Sem já memória
Sentimentos sentidos, amados.

Como a Lua.

E olhar a Lua hoje,
Não é mais o mesmo...

De ruínas novo sítio fez,
Doce voz, agora sua vez,
Sem lógica, sem porquês,
É hora!

Mudou a fase,
Mudou a maré..
Como a Lua,
Aliás..

E olhar a Lua hoje,
Não é mais o mesmo.

Quero esse sorriso,
Que atravesse o grande azul molhado,
Rosto sardento encantado,
Um toque quente e seguro,
De mel e intenso, olhar,
Cheiro familiar,   
Doce murmúrio,
Ao ouvido, suspirar,
Lábios provar...

Inspira sonhos, visões,
intenções, inquietações,
miragens, promessas, canções...
Como a Lua, aliás..
E olhar a Lua hoje,
Não é mais o mesmo.

Sanidade insana,
Parvoíce doce,
Incauta, excêntrica, pulsante,
Cumplicidade estranha,
Conexão forte, instantânea,
Para quem um dia
Foi despojado desta magia profana.

É força.
É poder...

Como o da Lua, aliás...
E olhar a Lua hoje,
Não é mais o mesmo...

Espero a Lua...
Como espero agora pela maré.
Uma não o é sem a outra.
E a outra sem mar também não o é.
Espero agora sentido
Que a maré me traga a Lua,
E que a Lua me traga a maré.

Olhar a Lua de hoje em diante,
Não mais será o mesmo...

Espero assim Lua, aguardando ao luar,
Que venha! Meia,na sua simplicidade,
Pois quando de mim se abeirar,
Para ela tenho guardada,
A oferta da outra metade.

 

D.O.C.

08/07/2018

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Incompetência

 A incompetência dos dias manifesta-se na amorfidade das existências, na morosidade das Passagens, na mordacidade das incongruências. 

Pensem nisto. 

Namastê.


Homero de Vaz Pessoa 

26/07/2018

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Silêncio I

 Cala-te...


Silêncio!! 

Cala-te, já!


O Silêncio Pára.

O Silêncio Sofre.

O Silêncio Berra.

O Silêncio Pára.


O silêncio é feio.

O silêncio é pão.

O silêncio é água.

O silêncio é lindo.


O silêncio é o mais bonito que há;

O silêncio é ruído a menos,

Conteúdo a mais.


O silêncio é belo,

mas o silêncio pára,

é ele a inexplicável forma:

uma forma em forma de fórmula,

fórmula que algo acrescenta,

nem que seja algo mudo - pois,

em não silêncio hoje em dia

raramente se acrescenta algo

que mais válido seja

que próprio silêncio... 


E pára... 

Isso...

Em silêncio...

Pára...

em Silêncio...


Cala-te, 

Em silêncio.

Cala-te...

Silêncio...


Não precisas, nem precisas:

De nada mais precisas!

Que te cales...

Não preciso de te ouvir.

Porquê? 

Não sei. Sei que te deves calar.

De te ouvir eu não preciso,

Pois não preciso que mo digas:

o que quer que seja que me vás dizer,

sei pode ser dito em silêncio.

Para mim mais não és que isso:

Um barulho privado do silêncio,

És ruído. 

És distracção, ruído, descontextualização, barulho;

Irritante, mal e o errado,

Distraindo-me de tudo aquilo que a fala não cala. 


Não cala, nem fala

Não descala.

Tenta calar .

Pois a fala já hoje se descala, 

E assim na mesma sala 

Procuro aquele que fala 

Com arte, engenho mas não enfado 

Uma artéria jorrada, que não se deseja estancada,

Um sonho, uma visão mutilada, 

Pois todo aquele que não sabe uso dar à palavra 

Se procura a alma não esvair 

Por não manter a língua trancada.


Por isso cala-te.

Porque o silêncio pára

E saber estar calado é virtude:

Calar é saber, mas também,

Para calar é preciso saber.

Por isso cala-te.

Silêncio! 

Estar calado é mais que os outros saber.

Que mais não seja

É saber o que os outros ignoram:

A dimensão da nossa ignorância 


Por isso cala-te.

Já!!

Silêncio!! 

Não quero saber.

Não quero nem saber.

Não preciso de saber.

Continuo eu assim a conhecer muito mais; 

Continuo assim a saber muito mais;

Do que aquilo que tu me dirias

Acredito até que o que me confiarias seria errado,

Para mim o que não dizes é o que mais me importa.

Para mim aquilo que calas é que é relevante, sensato, pensado. 

Correcto...

Porque é dito em Silêncio...


Por isso cala-te. 

Silêncio. 

Já!  


D.O.C.

26/12/2011


terça-feira, 6 de outubro de 2020

Ode à Implantação do Orgulho Lusitano

 

Armem-se lá, Ó Cabrões Acintados

Que neste Monumental Puteiro Lusitano

Se exibem Rosários e terços mal Pregados

Bocas essas, vísceras gretas de porcos profanados

 

Nação Valente de cangalhos sadios

Heróis Sebosos, Cinzentos e Invejosos

Nobre povo faminto, sem céu nem plinto

Levantai hoje de novo os prazeres vazios

Em egos inflamados, pegajosos, jocosos

De soberba infecta essa, que crê o nosso ainda, o quinto!

 

Cantai por fim, hoje de novo

Ruínas e degredo de Portugal

Na voz deste pobre e mesquinho povo,

Com fome, mas de Iphone e enxoval!

 

Soletram hoje, tendências, mantras, rezas

Instruídas por quem move atrás dos panos

Assim bonitos se divertem os tolos

Bestas e trogloditas Lusitanos!

 

Gentes honradas e nada sinceras

Olham do alto, a plebe néscia e megera

Gáudio sombrio que o poder degenera

Às gentes ruins, pêgas Celtiberas!

 

E se a ti, meu sacripanta

A quem a sorte nem sorriu,

Mas este fado nada diz,

Marcha já sem cerimónia,

Troando, feliz o mantra:

Para a Puta que pariu!

 

05/10/2020

Júan João Bernardo -  O Cavaleiro de Pau do Apocalipse

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Fim de Estação

Continuando o meu caminho

Dou comigo no verão

Findado um inverno penoso

De tristeza e solidão

Não senti um meio termo

Equinócio nem o ver

Abracei a tempestade

E logo parou de chover

 

Foi só eu me resignar

Para a ferida querer sarar

Estar na fossa é uma merda

Sentes que o teu tempo está a acabar

Só que tu vais ver

é a vida a ensinar

aprende, esperta, abre o olho

é levantar e t’ándar!


D.O.C

26/06/2008


domingo, 4 de outubro de 2020

Vida e Pneumonia

 A Vida é um gigantesco início de pneumonia.

Pensem Nisto.

Namastê.


H.V.P.

02/02/2019


PS: até eu me surpreendo com as capacidades visionárias e de premonição que me afloram os verbos. 



sábado, 3 de outubro de 2020

Orvalhos

 O Orvalho pululante,

Vox inerte das antenhas falhas, 

Deixa intenções de cabeçalho,

Geadas franzinas pegajosas, coloridas,

Carvalhos antigos em centelhos quentes,

Os Abetos das agonias encharcados,

Em cabeças de alho inteiriças, 

As abacateiras uivam, apupam, choram, secas,

Vinho velho, rabanadas, dão trabalho..

Popas quadradas, em redes esfregas,

Não se formam sem bom malho,

Pêssegos estimulados em carne duvidosa

Gratuito, mas pago, mais tarde...

Feito em frangalhos...

Os pinheiros, Ulmeiros, Sabugueiros, 

Indignam-se na promiscuidade dos cuidados,

Os cebolos espreitam pelas frestas das couves...

São créditos para o qual valho, nada alheio,

A Goiabeira e a Iuca pudicam coradas, 

Velhacas...

Laranjeira, Limoeiro, Leiteiro, 

Aplaudem a ousadia da folia! 

É terra molhada, mato novo, 

Pasto velho, raiado solar,

Azinheira serena assiste,

Sente o calor como um petro-dólar, 

Um Quebra-Galho, trevo sapiente,

Assim é a imagem desse paspalho,

Imberbe Eucalipto, desdenha do proveta Salgueiro,

Cheiro queimado, desgastado, assado, 

Nespereiras e Macieiras ignoram. 

Assim se comporta pirralho,

O azevinho sem-lei,

Chupa água ao Plátano e ao Sobreiro,

Fluidos doces, cheiros florais, 

Assim passeiam nesses quintais,

Ao som tilintante do avacalho,

Meio assoalho, meio cascalho,

Entre a Nogueira e Sequoia,

Ambiente Viscoso apela ao amor

Perigoso, vislumbrando borralho a haver

Desejos secretos de um Freixo, 

Pela Oliveira embeiçado,

Usar de um cintaralho aspirava ele.

Para consumar amor

Na carne (madeira!).

Knock, Knock, Knock.

Who’s there?

Knockin' on heaven's door.

Ah.. a Natureza! É do Camandro!


Camarinhas em cabides. 


”Júan” João Bernardo, o Cavaleiro de Pau do Apocalipse

14/01/2019

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Egregiando

Egregiando o néscianismo

Feliz se faz o imbecil

Como a Pota com Caril

Bicicleta sem selim

Miudezas escovadas a Bom Bril

Onanizem-se cavalheiros!

Preclaras e nunca assaz, 

Louvadas Eminências

Jocando párias, desgraçados

Lápis coloridos sem bico

Inércias palrantes 

Agentes de mudança fugaz

As Mesmíssimas trivialidades 

Indolentes, inconsequentes

Quentes por sangue apenas

Costureiras ferrenhas de forros rotos. 

Ahhh.. 

Puxem-me as palavras...

Eu arrebento os nós

Cuspo vocábulos, fábulas

Aspirinas

Tesouras rombas e chá morno. 

Revistas e fita-cola.

Salvé Identitários. 

Entrenhem-se. 

Post-it's.

Cola dura, pólvora seca. 


Júan João Bernardo -  O Cavaleiro de Pau do Apocalipse

30/05/2019


quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Coragens

 Existem muitos tipos de coragem. Um dos melhores, o medo dos outros.

Deus escreve respeito pelas linhas das portas.

Ponderai.

Gravilhas crocantes.


”Júan” João Bernardo, o Cavaleiro de Pau do Apocalipse

18/03/2019